Dire Straits – On Every Street: “Elvis has left the building”

A ideia de On Every Street surgiu em dezembro de 1989, durante um jantar. Mark Knopfler perguntou a John Illsley se seria capaz de fazer tudo outra vez como no primeiro disco, ou seja, gravar um álbum em quatro semanas. O baixista concordou. Knopfler revelou que tinha algumas canções novas. “Das quatro semanas previstas, passámos para quase oito meses em estúdio, como é nosso hábito”, disse Illsley. Foi o último álbum dos Dire Straits. “Elvis has left the building.”

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Knopfler pretendia gravar o mais possível com todos os músicos a tocar em simultâneo, e assim se concretizou grande parte do trabalho. “Foi o caso de «Calling Elvis» e «Iron Hand», só adicionámos umas guitarras e percussões”, disse o compositor. “«Fade to Black» e «You and Your Friend» também, exceto uma guitarra que gravei no fim.”

dire straits on every street knopfler (4)John Illsley explicou por que durou tanto a gravar, já que a ideia era captar a espontaneidade e dinâmica entre os músicos: “Demorámos muito tempo a organizar certas canções. Passa-se quatro ou cinco dias a trabalhar na percussão, três semanas a experimentar os teclados para conseguir o som perfeito ou à espera que uma peça de equipamento chegue. E o tempo vai passando.”

O álbum foi suportado por uma tournée que, na época, foi considerada a maior jamais feita por um grupo: Aproximadamente dois anos e 300 concertos. A audiência estimava-se em 7,1 milhões de espectadores. Os Straits iam regressar em grande e não estiveram com meias medidas. Brothers in Arms, seis anos antes, vendera 20 milhões de cópias. On Every Street foi muito criticado pois todos esperavam uma sequela. Knopfler arriscou e alterou um pouco os ingredientes.

Illsley e Knopfler investiram o seu próprio dinheiro, cerca de 2 milhões de libras. De acordo com o baixista, a Phonogram não lhes adiantara verbas até o disco estar disponível. A gravação de On Every Street, que teve lugar nos Air Studios londrinos, custou 600 mil libras, menos do que Brothers in Arms, refira-se. Só o vídeo de «Calling Elvis» custou 438 mil libras. A fase de ensaios, cerca de um milhão.

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Mark Knopfler estava esgotado após a digressão de Brothers in Arms. Depois de um período de repouso, que não durou um mês sequer, já estava novamente a trabalhar. Dedicou-se a colaborações e bandas sonoras. Após o furor da tournée dos Straits, preferiu situações mais modestas como os Notting Hillbillies. “Dou muito mais valor aos meus tempos livres do que antigamente, em especial, aos domingos. Aliás, quem gosta de trabalhar aos fins-de-semana? Em particular, quando se é um leitor de jornais inveterado como eu. Adoro ler jornais e o campo.”

O músico aproveitou para rever velhas amizades: “Jantar com os amigos foi das coisas que mais aprendi a apreciar. Sair por aí, comer qualquer coisa, beber um copo de vinho. A vida pode tornar-se muito aborrecida sem estas pequenas coisas, não?” Knopfler parecia tranquilo e dizia que as coisas “estavam mais civilizadas no seio do grupo”.

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O fim do casamento de John Illsley coincidira com o final da digressão anterior. “Se calhar, tinha acabado antes de começar. Houve mortos e feridos. Às vezes, acho que não se pode pedir a uma mulher para viver com um músico de rock. É uma vida em que não se pode assumir muitos compromissos”, desabafou o baixista. “Há algumas mulheres que conseguem perceber o mundo da música, a sua futilidade, a sua intensidade, os seus perigos e o prazer que dá.”

SOLID ROCKS

John Illsley ficou aliviado com o fim da tournée, mas preocupado com o futuro. Seria o fim dos Dire Straits? Trabalhou num álbum a solo que foi um fiasco mas que se pagou a si próprio. Mais uma vez, veio ao de cima a relação mais sólida dos Straits, a que o unia a Knopfler: “Sem as canções dele, os Dire Straits não seriam nada, e isso nunca foi um problema para mim. Bem, talvez durante 10 minutos há muito tempo!”

dire straits on every street knopfler (14)Illsley sugeriu contudo a Mark que este fizesse um disco a solo e que não se sentisse preso pelos Dire Straits. “Aconselhei-o a esquecer o grupo. Mas algo dentro de mim dizia que, se juntássemos tudo outra vez, ia-nos dar imenso prazer, e a outras pessoas também.” John sabia que havia um risco financeiro envolvido, mas era um risco calculado.

Os temas de On Every Street foram compostos por Knopfler depois do Festival de Knebworth, quando se mudou com a mulher e os dois filhos para a casa que tinha em Long Island, nos EUA. Foi aí que começou algumas canções e terminou outras. No outono de 1990, Knopfler sentou-se num banco com uma guitarra acústica e tocou as canções para os músicos, dizendo que já idealizara o que queria para algumas e que não sabia como terminar outras.

Illsley afirmou que Knopfler gostava do contributo dos outros, embora fizesse finca-pé. Chris Whitten, o recém-contratado baterista da digressão, que até à data tocara com Paul McCartney, descreveu o processo:

“Mark pensa tudo muito bem de antemão. Não há zonas indefinidas. Se alguma coisa está errada, ele diz logo. O problema é que tenho de igualar os três ou quatro melhores bateristas do mundo; Omar Hakim, que tocou no Brothers in Arms quase inteiro, Jeff Porcaro e Manu Katché, que tocaram em On Every Street. Com McCartney, era puro estilo rock and roll, como Ringo Starr. Aqui, tenho de tocar naquele prato no preciso momento em que Mark toca aquela nota na guitarra. Às vezes, é como uma orquestra sinfónica. Outras, é puro rockabilly”.

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Whitten não queria soar como um robô, usava, porém, um metrónomo para os temas mais difíceis, segundo revelou, como no caso de «Calling Elvis» ou «Sultans of Swing». “Quando toquei «Sultans» primeira vez, o Mark disse-me, ‘muito bem! E detestei a maneira como todos os outros bateristas até agora tocaram esse tema. Há anos que o andam a estragar. Como vês, foi um bom começo’.”

ARQUITETOS, IGNORANTES E THATCHER

dire straits on every street knopfler (15)«Iron Hand» focava a batalha entre a polícia e os piquetes durante a greve dos mineiros de Orgreave, no South Yorkshire, em 1984, confronto brutal que resultou em 51 grevistas e 72 polícias feridos – uma das “obras” de Thatcher. “Só toquei e cantei. Não me sentia bem na altura”, disse Knopfler.

«Planet of New Orleans» foi inspirada pela primeira visita dos Straits à cidade – a esquina de Toulouse e Dauphine era a localização do hotel onde o grupo ficou. O tema tem um trabalho de guitarra impressionante de Knopfler, à semelhança de «Fade to Black».

«Heavy Fuel» foi outra influência direta da literatura. Baseou-se em Money: A Suicide Note (1984) de Martin Amis, e na personagem principal do livro: ‘John Self’, um individuo desbragado e ávido consumidor de pornografia, prostitutas e álcool.

«My Parties» foi uma ideia que ocorreu a Mark ao viajar de avião nos EUA. “Vi um daqueles catálogos que há nos voos domésticos da América. Estão repletos de coisas como canetas para ver a pressão dos pneus, o suporte em metal para o papel higiénico com telefone incorporado e o carrinho para festas, o ‘party cart’, que foi o que mais me impressionou. Fiz uma lista destas coisas todas e pensei em tipos todos orgulhosos por as terem.”

Knopfler foi mais além no contraste e na sátira: “Realmente gosto desses tipos. Têm a mão estendida para cumprimentar uma pessoa, e depois dizem ‘quero lá saber se os rinocerontes estão em vias de extinção’. Lembro-me de ouvir um arquiteto dizer isso. Seria de esperar que soubessem umas coisas, sendo formados naquele casamento de arte e matemática. Mas, se um arquiteto diz uma coisa destas, que raio de esperança pode ter o mundo? Mas o tipo de «My Parties» é diferente, não passa de um ignorante.”

dire straits on every street knopflerO compositor negou que «Calling Elvis» fosse sobre Elvis Presley e disse a um jornalista que certas frases podem estar nas canções apenas para não estragar a rima: “Começou porque o meu cunhado disse que telefonar para a irmã dele era tão difícil como falar com Elvis. Para algumas pessoas, a canção é sobre Elvis e a sua música, para outras, é sobre a falta de comunicação. Pode ser o tema de muitos livros e artigos… algumas pessoas podem achar isso giro. Não me incomoda. Gosto de manter algumas coisas lineares, como «How Long» e «Calling Elvis».”

Estes temas foram surgindo, segundo as explicações de Mark, do facto de se colocar no lugar dos outros e ir utilizando simultaneamente a sua própria experiência. O compositor consegue manter-se ambíguo. «On Every Street», por exemplo, é uma canção cujas explicações são profundas mas enigmáticas:

“É sobre um homem com uma missão, seja ela qual for, sobre a solidão de muita experiência de vida, crescer, aprender a lidar com o cinismo, não desesperar com o facto de que algumas pessoas acabam por se lixar completamente. Algumas pessoas são umas mutiladas. Nunca as poderíamos obrigar a correr os 100 metros em 10 segundos. O engatatão do segundo verso é o tipo de pessoa que diz coisas do género, ‘as mulheres gostam de mim porque sou bom na cama e hão de gostar de mim sempre, mais do que outra pessoa qualquer. Deve ser algo que tenho’. O que interessa é que tens de aprender a aturar pessoas com personalidades diferentes da tua, e algumas delas são um bocado malucas. Tens de escrever sobre elas e olhar para elas sem medo.”

Outra coisa que Knopfler não soube ou não quis explicar acerca do tema-título foi o outro. “O riff repete-se sem parar. George Martin ouviu isso e disse que soava a Puccini… ou seria Bartok? Não me lembro!”

John Illsley acrescenta que este tema podia ter beneficiado muito se o tivessem tocado ao vivo. “Trabalhámos exaustivamente na pré-produção num pequeno estúdio, apenas a tentar coisas, padrões e atmosferas. «My Parties» e «On Every Street» foram particularmente difíceis de concretizar. Acabámos por tocar esta última ao vivo no estúdio pois era a única forma de a conseguir gravar como se pretendia.”

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O PRÉ-ORGASMO

dire straits on every street knopfler (12)Tal como nas entrevistas do disco anterior, Knopfler assumiu-se como uma pessoa pacata e abordou frontalmente um dos “defeitos” que tantas vezes lhe apontaram: O facto de cantar mal. “Detesto ver-me a falar na TV. Quem é aquele tipo? É nesse sentido que não gosto, não como alguém que se olha ao espelho. Acho que pareço alguém a quem não compraria um carro usado. E a minha voz? Quem quereria ouvir um filho da mãe com uma voz tão miserável? Apesar disso, sou um miúdo feliz. Acho que faço melhor figura se tocar e ficar calado.”

Este humor cáustico, que pauta o álbum quase todo, escondia sofrimento. O casamento de Knopfler não andava bem, e isso reflete-se em quase todas as canções: São soturnas. É um disco aconselhável para quem sofreu um desgosto amoroso. Há pouca alegria e nem a sensualidade estranha de «You and Your Friend» escapa. «Fade to Black» é sobre traição e desejos de vingança. “Foi gravada com uma Gibson Super 400. Todos tocámos, e eu cantei e toquei. Não se modificou esse take.”

Mark sempre defendeu a privacidade o mais possível e não aprofundou tais questões: São só umas canções que compus. Não pensei num tom geral. Limitei-me a pô-las lá sem deixar nenhuma de fora.”

dire straits on every street knopfler (10)John Illsley disse o que achava desta atitude: “Enquanto líder, Mark sabe o que quer e, a maioria das vezes, consegue-o. Sim, ele é bastante modesto, mas, em parte, é uma forma de manter as coisas sob perspetiva. Neste negócio, temos de ter alguma perspetiva para conservarmos a sanidade mental! Ter vendido 20 milhões de cópias de Brothers in Arms é uma maluqueira, é ridículo! Temos de arranjar uma forma de manter os pés na terra.”

Knopfler: “Quando escrevo uma canção, normalmente não tenho uma ideia clara de como irá sair – é bastante raro que algo fique da forma que a sentimos. Mas tudo bem… acho que isso se aplica a tudo. Até à vida!”

«How Long» foi um tema em que Knopfler admitiu o gosto de misturar estilos: “Até numa coisa linear como essa, gosto de inserir uma coisa que não permitiriam numa rádio de country. Uma guitarra cheia de distorção. Não é rock, não é country, mas é essa música de que gosto mesmo. É uma área pré-orgásmica!”

“Francamente, componho tudo numa guitarra acústica, geralmente não tenho uma guitarra eléctrica em casa. Sou muito preguiçoso e não me entendo com gravadores ou coisas dessas, por isso anoto a letra num bloco e tento recordar-me da música.”

O QUE ESTÁS DISPOSTO A DAR?

Os ensaios para a digressão decorreram nos Bray Studios. Numa ardósia, estava a lista dos temas, escrita a giz. Pelas mesas, havia bules de chá, sanduíches do dia anterior e frascos de vitaminas para fortificar o grupo antes da tournée. Além, claro, do equipamento. Esta fase durou mais de dois meses.

Antes de embarcar na odisseia, Mark Knopfler disse não estar preocupado em igualar as vendas de Brothers in Arms: “Desde que sintamos que estamos a desenvolver-nos e a trabalhar melhor… isso é que interessa.” Alan Clark referiu que os novatos na digressão deveriam encarar cada dia como o primeiro de umas longas férias – aeroportos, alfândegas, autocarros, táxis, check-ins, línguas desconhecidas, enganos e desencontros.

dire straits on every street knopfler (13)Organizar semelhante tournée engloba aspetos que muitos ignoram. Segundo Ed Bicknell, “temos de saber os feriados de todos os países em que vamos tocar. Têm fichas de duas ou três entradas? A instalação aguenta? Na digressão de Love Over Gold pusemos metade de uma cidade jugoslava às escuras. Que impostos há em cada país?” Fazer as malas e estar em constante atividade, a vida do músico; vários tipos de moeda, contabilistas, advogados, vacinas…

“Se estamos algures num camarim, num dia cinzento, e vemos uma fotografia do campo em Inglaterra, dizemos para connosco, ‘era ali que eu devia estar’”, referiu Mark. “Pode ser visto de dois modos, pois se estivermos lá muito tempo, sentimos novamente vontade de regressar à estrada. Escolhemos este emprego e somos doidos por ele, por isso é que damos sempre o máximo. Somos bons nisto, é o que fazemos e o que somos. Além disso, tenho a constituição de um camião, eu aguento!”

A principal guitarra que Knopfler usou nesta tournée foi a Pensa-Suhr: “Permite-me tocar com muito mais poder que uma Stratocaster e é mais flexível. Proporciona-me mais dinamismo, embora use outras guitarras para diferentes canções. Ainda tenho a minha guitarra de «Sultans», mas não a levei nesta última digressão. Podemos acabar por levar demasiadas coisas.”

dire straits on every street knopfler (16)Knopfler comparou o primeiro disco dos Dire Straits com On Every Street – no princípio, tocaram as canções ao vivo e gravaram depois. No estúdio, agora, era o inverso. “Acho que On Every Street é o melhor disco dos Dire Straits porque foi gravado connosco a tocarmos todos juntos. De facto, não gosto de ouvir coisas que fiz no passado. Deixam-me muito desconfortável.”

Era um pouco como olhar para trás. Será que faríamos as coisas da mesma maneira? Knopfler também não. Deu o exemplo de «Telegraph Road». “Podemos tocá-la, mas de certeza que não escreveria nada assim agora.”

Mark, sempre mais preocupado com a arte do que com a celebridade, deu alguns conselhos acerca de como ouvir e apreciar música:

“Se dermos um vinho clássico a uma pessoa de 17 anos, estaremos a desperdiçá-lo. De certeza que agora ouço Blind Willie McTell de outra maneira. Portanto, há uma paleta nisto tudo. Podemos, com certeza, ensinar as pessoas a ouvir música com mais apreço – é uma questão de exposição. Quanto mais nos expomos a diferentes tipos de música, mais obtemos dela. E muitos dos chamados ‘peritos’ são um caso perdido!”

Knopfler disse uma coisa nesta época que nunca esqueci: “É um grande disparate termos todas estas escolas de música a criarem oportunidades para miúdos talentosos no sentido de aprenderem os aspetos técnicos incrivelmente bem, quando não sabem donde raio vem a música. Muita gente toca música e não a ouve realmente, o que nos leva ao caso dos músicos musicais e dos músicos não-musicais. Há muitos executantes que são muito mais aptos do que eu, por exemplo, mas não ouvem, apenas o fazem. Encaixam as coisas nos sítios certos, dependendo da progressão dos acordes.”

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“O negócio da música é algo totalmente diferente da música. Não pensem em singles. Pensem naquilo que querem realmente fazer. Aprendam a ouvir música. A questão não reside no que sabemos. A questão é: O que estás disposto a dar de ti próprio?”

E mais uma vez, para que não restem dúvidas aos fanáticos:

“Quando escrevo canções dos Dire Straits nunca penso se soam como Dire Straits, seja lá isso o que for, e nunca me preocupo com um bloqueio de inspiração. Se não compus nada durante meses, também não me preocupo. Acho que tenho consciência de que não tem fim.”

David Furtado

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3 Comments Add yours

  1. David,
    Adorei saber mais sobre o último álbum do Dire Straits. Muito bom seu texto. Parabéns e um abraço, Renata.

    1. Olá, Renata. Obrigado. Ainda bem que gostou. Um abraço. David.

  2. Legal essa materia tambem!Quando “On every street” foi lançado, eu ja era adulto e ja estava a esperar outro album dos Dire straits,ja tinha meu trabalho e ja havia separado uma grana para tal.Mas ouvi “Calling Elvis” a primeira vez num carro que estava estacionado perto.Pensei: Este e o Dire Straits, e essa e a guitarra de Knopfler!O cara ainda sabe o que faz!” Dias depois o album chegou ao Brasil.Ate hoje, ouço em casa ou no carro, alias, meu telefone toca “calling elvis” quando acionado.Legal esse recurso!…Mas na epoca, muitos aqui no Brasil esperavam algo maior que “Brothers in arms”, o que nao ocorreu e ouvi muitas criticas a Knopfler nas radios locais.O album nao fez tanto sucesso por aqui a nao ser entre os amantes da banda.Algumas pessoas nao conhecem esse album, acham que tudo parou em Brothers in arms.Mark disse certa vez que nao se importava com isso e que o album foi gravado da forma que deveria ser. Ok. Mas na epoca eu e meus amigos “knopflerianos” achamos tambem o resultado “meio pobre” para seis anos de espera.Mais triste ainda e que nao ouve mais” Dire straits inedito”, virou historia, virou lenda.
    Valeu pela materia.Eu li tudo e amanha vou ler de novo.
    Abraço
    Roberto

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