O Grande Lebowski: O Dude e os Irmãos Coen, 15 anos depois

O Dude sente-se confortável consigo mesmo e vive a vida como ela aparece. Um dos apelos do personagem reside na sua descontração. “The Dude abides.” Algo como “o Dude aguenta-se” ou “o Gajo aguenta-se”. Mostra que não é necessário andar de fato e gravata pela vida fora; o dinheiro e o estatuto que a sociedade americana tanto preza são armadilhas para o Dude. “Não lhe chamaria um herói, porque… o que é um herói?”, pergunta o Cowboy no início. A obra-prima dos irmãos Coen é um pastiche de tantas influências e consegue afirmar-se como uma obra inteiramente original que sobreviverá enquanto a comédia humana se perpetuar e as “carroças seguirem para oeste, atravessando as areias do tempo”…

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Às vezes, há um homem… bom, é o homem certo para a época e para o lugar. Encaixa perfeitamente. E é o caso do Dude, em Los Angeles…

Os Coen sentiam-se “turistas” em L.A., em comparação com Nova Iorque, sendo capazes de imaginar situações e personagens mais surrealistas na “cidade dos anjos”.

Philip Seymour Hoffman que interpreta ‘Brandt’, o braço direito do ‘Grande Lebowski’, explica os atrativos do personagem: “Há liberdade em O Grande Lebowski. O Gajo aguenta-se, e acho que isso é algo que muitas pessoas anseiam, poder viver a vida assim. Compreende-se o motivo por que pessoas mais jovens gostam do filme.”

Joel e Ethan Coen no set de The Big Lebowski.
Joel e Ethan Coen no set de The Big Lebowski.

Joel e Ethan Coen nasceram (em 1954 e 1957, respetivamente) num subúrbio judaico de Minneapolis. O pai era professor de Economia, a mãe, de História da Arte. Quando cresciam, eram grandes fãs de uma programa de TV que tanto passava filmes de Fellini como os de Hércules. Cortavam relvados, economizando dinheiro para uma câmara de Super-8 mm e a primeira coisa que filmaram foi o ecrã de TV e daí progrediram para diversos filmes caseiros.

Quando a mãe dos irmãos Coen assistiu a O Grande Lebowski, comentou com John Turturro: “Não sei onde os rapazes vão buscar estas ideias.” O cinema não foi a única inspiração. Embora fossem admiradores incondicionais de Kurt Russell, Doris Day, Bob Hope, Jerry Lewis ou Akira Kurosawa (uma lista eclética), os irmãos liam escritores como William Faulkner ou Flannery O’Connor, relatos góticos sobre o sul norte-americano, repletos de ironia e do macabro. Ou então os autores que inspiraram mais diretamente o film noir, como James M. Cain, Dashiell Hammett e Raymond Chandler.

Em parte, é por este motivo que os filmes dos Coen misturam musical com noir ou aventura com gangsters, criando um mundo próprio que se torna bem evidente em O Grande Lebowski. A criação deste mundo é, para Joel Coen, “um dos grandes prazeres de conceber um filme”.

Durante este período de formação, Joel era o mais extrovertido, e Ethan, o mais reservado, era quem andava com um bloco de notas no liceu, anotando ideias que passavam a integrar a base de dados dos irmãos – coisas que ouviam e achavam engraçadas ou interessantes. Muitas destas situações viriam a surgir nos filmes que realizaram. Na vizinhança, vivia um certo Jeffrey Lebowski. Um colega de faculdade recorda-se que os irmãos acharam piada ao nome e não o esqueceram, procurando um modo de o utilizar.

Em 1984, estrearam-se na realização em conjunto com Blood Simple (termo retirado de um romance de Hammett, Red Harvest, publicado em 1929). O filme foi rejeitado por todos os grandes estúdios, mas, quando encontrou distribuidor, chamou as atenções devido à originalidade. A dupla passou então a ser conhecida como “os Irmãos Coen”; tal como Ethan uma vez disse, “duas cabeças são melhores que nenhuma”. John Goodman, que interpreta ‘Walter Sobchak’, descreveu que partilhavam uma “uni-cabeça”.

Joel Coen não esqueceu as influências de Chandler, citando o escritor: “Se alguém faz um filme que não foi concebido primariamente para entreter as pessoas, não sabe o que raio está a fazer. Como é a frase de Raymond Chandler? ‘Toda a boa arte é entretenimento, e quem diz o contrário é pomposo e imaturo na arte da vida’.”

Jeff Bridges e John Goodman.
Jeff Bridges e John Goodman.

Após vários sucessos, os Coen realizaram Fargo em 1996, que foi alvo de uma aclamação quase geral. O filme seguinte seria uma história delirante da “cidade dos anjos”, Los Angeles: O Grande Lebowski. “Para nós, era, acima de tudo, uma história californiana”, comentou Ethan. De facto, a cidade é quase uma personagem, como nos romances de Raymond Chandler, a arquitetura é um dos elementos.

O visual foi marcado diretamente pelo estilo Googie, uma subdivisão da arquitetura futurística que surgiu no sul da Califórnia no fim dos anos 40, inspirada por automóveis e pela Era espacial e atómica. O filme, com o seu ar retro, foi rodado em várias localizações conhecidas como a Sheats Goldstein Residence (a mansão de ‘Jackie Treehorn’). Outras foram concebidas ao estilo Googie, como o Dinah’s Family Restaurant, onde os Niilistas comem panquecas – curiosamente, a única cena do filme em que o Dude não entra.

Os irmãos pensaram em integrar na história o softball – variante do basebol – mas decidiram-se pelo bowling, já que não exige forma física e se adequa a todas as idades e temperamentos. Além disso, o bowling é considerado retro nos EUA, o que confere às cenas um visual vintage que se conjuga (quase inexplicavelmente, à primeira vista) com o movimento artístico de ‘Maude’, os anos 60 e 70, e o pacifismo do Dude. O desporto tornou-se muito popular a meio do século XX, em Los Angeles, recorde-se.

“A ideia era filmar aqueles rituais do bowling quase em câmara lenta. A sequência inicial foi concebida de modo a fazer-nos entrar naquele mundo e perceber a importância do bowling no filme”, disse Joel Coen. O designer de produção, Rick Heinrichs discutiu a fundo a dinâmica do bowling com os realizadores, pelo que a estética da Brunswick, companhia que começou a fabricar equipamento de bowling em 1906, não passou despercebida.

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As sequências que envolvem o desporto foram filmadas nas célebres Hollywood Star Lanes perto de Santa Monica (demolidas em 2003), tendo inclusivamente sido contratado um especialista na matéria, Barry Asher, para que ensinasse os atores a jogar e não houvesse falhas. Jeff Bridges e John Goodman divertiram-se bastante a jogar durante a filmagem.

A atenção aos detalhes é tanta que o Dude pode ser visto a envernizar as unhas em determinada cena. Trata-se de um hábito dos jogadores, para os impedir de as rachar. O verniz verde nos dedos de ‘Bunny’, que acaba por ter um papel importante no enredo, condiz com isto. Também o malogrado tapete que é central na narrativa surge numa das sequências oníricas, em que ‘Maude’ voa num tapete (cena reminiscente de O Ladrão de Bagdad de Raoul Walsh) pelos céus de Los Angeles.

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Mas O Grande Lebowski é uma obra-prima devido a muitos outros fatores. Unificar os aspetos visuais, dando-lhes coesão, foi um desafio para o diretor de fotografia Roger Deakins, especialmente porque o filme combina o real com o irreal, incluindo sequências oníricas e até uma coreografada como um musical – a alucinação de um suposto filme intitulado Gutterballs, em que o Dude se vê no meio de coristas, cena inspirada pelo trabalho de Busby Berkeley, inovador da comédia musical. Na filmagem, devido a percalços técnicos, Jeff Bridges teve de passar entre as pernas das bailarinas e rodar para cima. Uma delas, Kiva Dawson, afirma que “quando vemos os olhos de Bridges a brilhar, foi mesmo verdadeiro!”

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Estas referências não impediram que os Coen pretendessem um ar colorido, brilhante e alegre para o filme, longe da austeridade quase documental da sua obra anterior, Fargo, que foi escrita ao mesmo tempo que O Grande Lebowski, enquanto os Coen trabalhavam em Barton Fink. Filmaram Fargo primeiro, visto que o elenco pretendido não estava todo disponível.

A combinação de géneros resulta porque os Coen pegaram numa intriga séria e, em vez de colocarem o detetive de Chandler, Philip Marlowe, no meio do mistério, ou Humphrey Bogart, substituíram-no por um fumador de droga de idade respeitável, que não percebe que diabo se passa em redor dele. A situação em que o Dude visita o milionário que com ele partilha o nome Lebowski faz até lembrar o início de The Big Sleep, de Chandler.

the big lebowski (28)O Grande Lebowski começa com uma situação banal: O Dude fica irritado quando dois brutamontes lhe entram em casa, e um deles urina no tapete. “O tapete compunha a sala!” Esta situação remonta a uma festa no fim dos anos 80, em que os realizadores compareceram em L.A. O anfitrião falava imenso do tapete persa, gasto e de imitação, dizendo essa frase, que se tornou numa piada para os Coen e foi o dispositivo que lançou a história de identidades trocadas e situações hilariantes de O Grande Lebowski.

“Duas personagens são vagamente inspiradas por pessoas reais”, disse Ethan Coen à Rolling Stone, em 1998, quando o filme estreou. “Conhecemos um tipo que é um hippie de meia-idade, fumador de droga, e outro é um veterano do Vietname completamente obcecado pelo tempo que lá passou, ao ponto de isso o definir como pessoa.” ‘Walter Sobchak’ possui também traços do realizador John Milius, entusiasta de armas e que gostava de envergar camuflados. Milius realizou Conan e os Bárbaros, entre outros, foi coargumentista de Apocalypse Now, era judeu e definia-se como “um anarquista Zen”.

Mas quem inspirou o Dude foi um produtor de cinema, Jeff Dowd, indivíduo alegre e excêntrico a quem alcunharam “the Dude” quando jogava basebol em criança, na Califórnia. Bebia “White Russians”, jogava bowling… os Coen conheceram Dowd quando visitaram Los Angeles pela primeira vez, procurando financiamento para Blood Simple. O produtor achava os irmãos “tipos enxovalhados que andavam de um lado para o outro a fumar cigarros”. Estes brincavam com a sua alcunha: “Chame-me His Dudeness, Duder, El Duderino, se não quiser abreviar…”, tal como surge no filme.

Problemas com a "marmota".
Problemas com a “marmota”.

Para os Coen, o Dude era um conceito: A última pessoa capaz de desenredar as intrigas em seu redor ou resolver uma situação complicada. A certa altura, confunde um furão com uma marmota, quando os Niilistas o tentam torturar na banheira… Tudo situações normalíssimas. Coisas da vida: “Mais ou menos, altos e baixos, sabes como é…” Mas está tudo bem para ele. “The Dude abides”…

O primeiro ator escolhido para o papel foi Mel Gibson, mas, curiosamente, seria outro Jeff a obtê-lo. E este captou os tiques de Dowd na perfeição. Segundo o produtor, “Jeff Bridges apanhou a minha linguagem corporal toda. A maneira de falar, mastigando as palavras. É uma mímica fácil”. Bridges admite, em parte: “Sim, fui buscar coisas a Dowd… mas para ser franco, a maioria vem de mim mesmo… de como eu era nos anos 60 e 70. Morava numa casa pequena como aquela, drogava-me, embora ache que fosse mais criativo do que o Dude.”

‘Maude’, desempenhada por Julianne Moore, baseava-se nas artistas do movimento Flux de Nova Iorque nos anos 60 como Carolee Schneemann ou “Yoko Ono antes de conhecer John Lennon”, como descreveu Joel Coen. Moore adicionou-lhe o ar afetado e o “sotaque de colégio interno” que agradou a Ethan Coen. A atriz filmou a cena em que surge no ar, “voando” sobre o Dude no atelier, “aterrorizada”. “Não sabia que ia ser como o Super-Homem. Foi muito estranho. Eu estava grávida, a 10 metros do chão, às três da manhã, e tiveram de me puxar com muita força. Mas valeu a pena.”

Julianne Moore numa das sequências mais imaginativas.
Julianne Moore numa das sequências mais imaginativas.

Há várias personagens secundárias caricatas inspiradas por Los Angeles. Assim, não podia faltar o pornógrafo, ‘Jackie Treehorn’, interpretado por Ben Gazzara e moldado à imagem de Hugh Hefner, patrão da Playboy. Os Coen contrataram uma estrela porno verdadeira, Asia Carrera, para filmar o pequeno excerto do filme Logjammin, que ‘Maude’ mostra ao ‘Dude’: Um empregado vem consertar a TV por cabo. Trata-se, é claro, de um filme pornográfico. “Pode imaginar o que acontece a seguir”, diz Moore, desligando a TV. “Ele conserta o cabo?” “Não seja burro, Jeffrey.”

Outra situação divertida ocorre na mansão de ‘Jackie Treehorn’. Este recebe uma chamada, escreve algo num bloco, tira a folha e abandona a sala. O Dude passa um lápis na folha de baixo do bloco, procurando uma pista, vendo que ‘Treehorn’ apenas desenhara um retrato “manhoso”. Esta cena não constava no guião e foi retirada de vários filmes noir e de mistério como North by Northwest. Ben Gazzara desenhou o que vemos no filme, mas teve de parar e perguntar aos Coen, “desculpem, rapazes, podem-me explicar por que é que estou a desenhar uma pila?”

A personagem de John Goodman foi baseada no realizador John Milius.
A personagem de John Goodman foi baseada no realizador John Milius.

Esta situação não constava do argumento, mas foi das poucas: O que foi escrito pelos Coen tinha 119 páginas e fora escrito com tanta precisão que foi seguido à letra. William Preston Robertson esteve nos sets dos primeiros filmes dos Coen e elogia a coesão com que tudo foi elaborado:

“Há uma integridade estrutural absoluta nos seus filmes, já está tudo previamente no papel, existe um tremendo controlo e eles sabiam precisamente o que queriam no instante em que o escreveram. O Grande Lebowski inclui muitos ‘hum’ ou, ‘sabes’, esse tipo de coisa. Mas todos esses ‘hum’ e ‘sabes’ do filme estão também no argumento. Parte do génio está em apresentar um estilo aparentemente descuidado e descontraído, que parece divagar por todo o lado, partindo de um esforço de controlo muito específico. Deste modo, eles captam o melhor de ambas as abordagens. E nunca fizeram mais nada assim.”

As 11 semanas de rodagem começaram a 27 de janeiro de 1997 e acabaram um dia antes do previsto. Anteriormente, os atores tiveram de ensaiar em conjunto e decorar tudo como se fosse uma peça de teatro, para que os diálogos soassem espontâneos. Esta rigidez deixava pouco ou nenhum espaço à improvisação, o que causou problemas a Nicolas Cage em Raising Arizona, por exemplo. John Goodman não se sentiu nada incomodado; já colaborara anteriormente com os Coen e afirmou nunca se ter divertido tanto numa filmagem. “Até ia lá nos meus dias de folga”, comentou.

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Jeff Bridges com o sweater que manteve como recordação.

Jeff Bridges seguiu o argumento palavra por palavra, achando que qualquer desvio não resultava. O restante elenco também deu o seu melhor por fazer o que os Coen pretendiam. John Goodman refere que o único improviso teve lugar quando o Dude chama ao ‘Grande Lebowski’, “herbicida humano” – no original, “human paraquat”, a referência a um pesticida usado para pulverizar campos de marijuana mexicanos nos anos 70 por insistência dos EUA! Até isto condizia com a personagem do Dude.

Julianne Moore acrescenta que “tudo o que está no guião tem um propósito rítmico. Recordo-me de Ethan me vir dar uma orientação, pedindo-me para retirar uma palavra. Era o tipo de indicações que davam, pois são muito específicos”. Organizados, os Coen não filmaram quase nada que fosse cortado na montagem. Além disso, eram os editores e sabiam o que pretendiam.

Os 15 milhões de dólares de orçamento da Polygram não foram uma soma extraordinária para financiar um filme. Porém, os Coen preferiam trabalhar com verbas menores se mantivessem o controlo criativo. Isto incluía a escolha dos atores, e os irmãos escreviam frequentemente com certas pessoas em mente. Para o papel de ‘Jesus Quintana’ já tinham pensado em John Turturro; ‘Walter Sobchak’ foi criado para John Goodman.

Outro exemplo da precisão com que trabalhavam foi a escolha de Sam Elliott, o cowboy que apresenta a história, surge a meio e novamente no fim, para a rematar. Ora, é creditado como ‘The Stranger’ mas o guião nem a nisso deixava margem para dúvidas: As falas eram atribuídas a Sam Elliott. Isto deveu-se à cadência e sonoridade rude e western da voz do ator. Só Elliott é que não compreendeu o seu papel no filme, dizendo aos Coen, “não sei o que estou a fazer aqui, rapazes”.

O ator que ainda não estava definido era o principal, o Dude. Depois de Mel Gibson contactaram Jeff Bridges, foram a casa do ator e disseram-lhe que seria perfeito para o papel. Bridges, contudo, precisou de ser convencido, pois não se imaginava no personagem. Nas filmagens, perguntava aos Coen se o Dude fumara um charro antes de determinada cena. Se os irmãos respondiam que sim, Jeff esfregava os olhos para que ficassem avermelhados. O ator fumara marijuana durante anos, mas tinha parado e, durante O Grande Lebowski, não consumiu nenhuma substância.

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A única coisa que fez foi ganhar peso, propositada e alegremente, e adicionar parte do seu próprio guarda-roupa, o que contribuiu para a imagem inconfundível do personagem. Isto apesar de Mary Zophres, que desenhou o guarda-roupa minuciosamente ter sido a responsável pelo famoso sweater castanho às riscas, que marcou o visual do Dude, e que Jeff Bridges ainda hoje guarda.

Quando leu o argumento, Jeff Bridges achou-lhe piada. “Nunca tinha feito nada assim. Perguntei-lhes se tinham estado nalguma das festas a que eu ia no liceu. Consegui rever-me naquela versão mais jovem de mim. Mas fiquei um pouco preocupado pois tinha filhas adolescentes e, se o filme fosse um êxito, o pai delas seria, bom, um fumador de droga. E, sabem, também sou filho de um pai famoso.”

Quando foi convidado para interpretar o presidente americano em O Jogo do Poder (The Contender) em 2000, Jeff Bridges comentou: “Que engraçado. O Dude vai ser presidente.” Por esse filme, foi nomeado para o Óscar de Melhor Ator Secundário. Mas não precisava. Muitos preferiam ser o Dude ao presidente. Que o digam os participantes e entusiastas do Lebowski Fest, festival que decorre anualmente em várias cidades desde 2002 e celebra tudo relacionado com o filme.

Sam Elliott. "I'm ramblin' again..."
Sam Elliott. “I’m ramblin’ again…”

A mistura de estilos em O Grande Lebowski tornaram-no instantaneamente num clássico pois não fica datado. Parafraseando o Cowboy:

“‘O Dude aguenta-se.’ Não sei quanto a vocês, mas isso consola-me. É bom saber que ele anda por aí, o Dude, a levar a vida nas calmas por todos nós, pecadores. Sei que vem um pequeno Lebowski a caminho. Suponho que seja assim que a comédia humana continua a perpetuar-se ao longo das gerações. As carroças seguem para oeste, atravessando as areias do tempo, até… olhem para mim. Estou a divagar outra vez. Espero que se tenham divertido. Vemo-nos por aí. Amigo, tem mais daquela salsaparrilha boa?”

David Furtado

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