Pink Floyd – Animals: O dia em que a porca voou

Em 1976, a economia britânica atravessou uma grave crise – fábricas fechavam, greves sucediam-se, o desemprego aumentava e a inflação atingia os dois dígitos. Os 100.000 adolescentes que terminaram o liceu, nesse ano, começaram a viver do subsídio de desemprego. A onda de calor provocou o racionamento da água e uma quebra nas colheitas. Houve um surto de ódio racial contra imigrantes devido à falta de oportunidades de trabalho. Animals nasceu neste contexto. Como nos artigos anteriores, segue-se uma análise, tema a tema, do álbum dos Pink Floyd, que assume especial relevância nos tempos atuais.

Musicalmente, outra mudança surgia; primeiro a New Wave, depois o movimento Punk e o Punk Rock. Neste ambiente de niilismo, os Floyd eram uns velhos que tocavam em estádios; os Punks queriam devolver a música às ruas, tirar-lhe as subtilezas, regressar aos três acordes, rejeitar as superestrelas e abraçar a anarquia. Um símbolo da época foi Johnny Rotten dos Sex Pistols, com a sua t-shirt proclamando “I hate Pink Floyd”. David Gilmour comentou que, pelo menos, os Floyd eram “um alvo com substância”, notando que Rotten não se teria saído tão bem com uma t-shirt dizendo “I hate Yes”.

Gilmour, Waters, Mason e Wright em 1977.
Gilmour, Waters, Mason e Wright em 1977.

Este ódio foi, em grande medida, injusto. Os Pink Floyd tinham caminhado um longo percurso, demolindo as estruturas pop convencionais. Como indivíduos inteligentes, não levaram a retórica pessoalmente, como foi o caso de Nick Mason, que se lembrava dos tempos em que os Floyd eram a banda do underground londrino:

“Sempre achei que o movimento Punk era parte de um ciclo inevitável e saudável no negócio do rock and roll, que tinha chegado a um ponto extremo de techno-flash, com as editoras a tornarem-se cada vez mais poderosas e a apostarem no sucesso previsível dos Rolling Stones, em vez de darem uma oportunidade a novas bandas.”

Os Floyd tinham comprado uma capela convertida em Britannia Row, uma ruela lateral de Islington, a norte de Londres, para aí guardarem o seu equipamento de som e luz entre digressões. Havia também espaço para escritórios e para um estúdio que lhes permitia gravar maquetes e ensaiar. Em 1976, com a perspetiva de um novo álbum no horizonte, começaram a investir em melhoramentos técnicos no estúdio, elevando-o a um nível profissional, para não terem de recorrer a Abbey Road, às suas limitações de agenda e aos custos envolvidos.

Nick Mason durante os ensaios em Britannia Row.
Nick Mason durante os ensaios em Britannia Row.

A tarefa foi entregue a Brian Humphries, o engenheiro de som de Wish You Were Here, sendo Nick Griffiths, de 20 e poucos anos, contratado como seu assistente. As condições acústicas do espaço deixavam muito a desejar, e Griffiths encarregou-se do problema, fornecendo os melhores equipamentos a Britannia Row. Os Floyd pretendiam também alugar o estúdio a outras bandas.

A capa do novo disco foi idealizada por Roger Waters: A Battersea Power Station de Londres:

“Gosto das quatro torres fálicas. E da ideia de poder, que acho bastante apelativa, de um modo estranho”, comentou o músico.

Para dar um toque de surrealismo, um enorme porco (ou porca, mais concretamente, alcunhada de ‘Algie’) podia ser vista a voar entre as torres.

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A notoriedade da capa transformou a Battersea Power Station numa atração turística insólita. O enorme balão insuflável, construído na Alemanha pela Ballon Fabrik, a mesma companhia que fizera os Zeppelins, soltou-se dos cabos durante a sessão fotográfica, provocando o caos no espaço aéreo londrino, episódio relatado no texto «Grandes solos de guitarra: David Gilmour, “Dogs” e o porco voador».

Devido à impossibilidade de fotografar o porco, os Hipgnosis fizeram uma montagem em estúdio, mas Waters reivindicou a autoria do design, o que não agradou a Storm Thorgerson e impediria a colaboração entre os designers e o grupo na elaboração das capas dos álbuns que se seguiriam, The Wall e The Final Cut. Na versão em vinil e nalgumas em CD, as letras das canções surgem cuidadosamente escritas à mão por Nick Mason.

A edição em vinil, com as letras escritas à mão por Nick Mason.
A edição em vinil, com as letras escritas à mão por Nick Mason.

Em Animals, Roger Waters sugere uma visão antropomórfica da condição humana (forma de pensamento que atribui características ou aspetos humanos a Deus, deuses, elementos da natureza, animais e constituintes da realidade em geral. Toda a mitologia grega é antropomórfica). O compositor da maioria do álbum estava preocupado com a lamentável ordem política nacional e internacional, o que originou uma quebra com o passado, a nível musical. Os elementos que os fãs tinham associado aos Floyd, como as harmonias sonhadoras, o órgão celestial, tudo desapareceu, surgindo, em seu lugar, um rock agressivo e letras em que Waters destila veneno, cada vez mais insatisfeito com o rumo da sociedade e dos seres humanos.

Roger Waters divide a espécie humana em três categorias: Os “porcos” são os moralistas, os arrogantes e tirânicos e, em última análise, patéticos. Os “cães” são os pragmáticos sem escrúpulos, com a ambição desmesurada de subir até ao topo. Os “carneiros” são um rebanho estúpido e que nada questiona, cuja única função na vida consiste em serem abusados pelos “cães” e “porcos”.

David Gilmour nos ensaios em Britannia Row.
David Gilmour nos ensaios em Britannia Row.

Em parte, o disco foi inspirado por O Triunfo dos Porcos (Animal Farm) de George Orwell, mas a alegoria de Roger Waters segue outros rumos. Ao contrário do que geralmente se pensa, esta trilogia animal não é uma adaptação literal de Orwell, escritor que se baseou na União Soviética como modelo para o seu livro. David Bowie inspirou-se diretamente em 1984, do mesmo autor, no álbum Diamond Dogs. O alvo de Roger é o sistema capitalista de sete cães a um osso, da sua própria sociedade. Aliás, Animals termina com uma espécie de revolução dos “carneiros”, vingativos e finalmente alerta, despertando da complacência.

Esta hostilidade, derivada do contexto económico/político/social que se vivia, não encontrou eco em Richard Wright:

“Foi o primeiro disco para o qual não compus nada. E, para mim, foi o primeiro em que o grupo começou a perder a sua unidade. Foi quando Roger começou a querer fazer tudo. Gosto bastante de algumas partes, mas não é o meu álbum favorito dos Floyd.”

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O perfecionismo do grupo permanecia intacto. Animals demorou 10 meses a completar, até porque os Pink Floyd trabalhavam no seu próprio estúdio e tiveram de se adaptar, embora não existissem as tensões do álbum precedente.

A serenidade de «Pigs on the Wing» é um contraste com a música que encontramos no álbum, que chega a ser um pouco deprimente, face à inexistência de exemplos positivos. Não podiam faltar os efeitos sonoros, os latidos de cães, os carneiros e os porcos, todos marcam presença.

AS CANÇÕES

Pigs on the Wing 1: Como forma de apaziguar o conteúdo hostil, Waters compôs o tema acústico, que, em duas partes, começa e termina o álbum. Sem ele, o músico declarou que Animals seria “apenas uma espécie de grito de raiva”. Roger admitiu, pela primeira e única vez durante o seu percurso nos Pink Floyd, que estava apaixonado, sendo o tema dedicado a Carolyne Christie. Waters confessou também que, dentro das categorias em que subdividiu a humanidade, se considerava, em parte, “cão”.

É um dos temas mais pessoais gravados pelos Pink Floyd. Por ser acústico, tornou-se impossível abrir os concertos com ele, e o álbum seria interpretado ao vivo fora de sequência. Roger tocou-o ao vivo na sua digressão a solo de 84/85, mas não o retomou desde o seu divórcio de Carolyne.

Roger Waters na digressão de Animals.
Roger Waters na digressão de Animals.

Dogs: Trata-se de uma versão revista de «Gotta Be Crazy», canção que se desenvolveu durante dois anos, sendo reescrita para este álbum.

O ataque de Roger a quem “trepa” socialmente até ao topo, espetando facas nas costas, é contrabalançado pela “pedra” metafórica que arrasta tais indivíduos para o fundo, para uma morte solitária, aniquilados pelo peso dessa autoimportância. É uma antevisão do yuppie que surgiria uma década depois.

pink floyd animals (14)“Afoga-te bem, arrastado até ao fundo pela pedra”, canta Gilmour. A palavra “stone” é repetida durante vários minutos e eletronicamente distorcida, tornando-se quase um grito primal. Os latidos de cães são processados através do vocoder, adquirindo tonalidade quase humana. Regressa a guitarra acústica e Waters assume a vocalização nos três versos finais, depois de Gilmour ter cantado os primeiros quatro.

O tema é também o momento de glória de Gilmour, com solos extraordinários, mas não foi gravado facilmente. Ao autoproduzirem o álbum no novo estúdio, os músicos cometeram alguns erros. Uma parte de guitarra de que Gilmour se orgulhava foi acidentalmente apagada por Waters e teve de ser regravada. É o único crédito que o letrista Waters partilha no álbum inteiro, neste caso com o guitarrista, que se ocupou da música. “Não é das minhas favoritas”, diria Gilmour mais tarde.

Pigs (Three Different Ones): Para Roger, os “porcos”, são os que julgam saber o que é melhor para terceiros, classe que inclui Mary Whitehouse, a ativista pela censura televisiva, autoproclamada guardiã da moral britânica e fanática religiosa. É referida no terceiro verso. “Mary, quase te arraso, mas fazes mesmo é chorar.” Recorde-se que Whitehouse já denunciava os Floyd desde 1967 como defensores do LSD, do sexo e das drogas em geral.

Os vocais de Waters foram processados através de um vocoder, e o trabalho de guitarra de David Gilmour também se destaca, especialmente na parte em que utiliza uma talk box Heil para imitar o som de porcos e outros sons guturais. Composto especificamente para o álbum, este tema só seria interpretado na tournée de 1977, embora Waters tenha incluído uma versão truncada na sua digressão a solo de 1987, durante um medley.

Richard Wright na digressão de Animals.
Richard Wright na digressão de Animals.

Sheep: Conhecido pelos fãs como «Raving and Drooling» desde 1974, era por vezes apresentado ao vivo com a denominação «Raving and Drooling I Fell On His Neck With A Scream», a frase de abertura.

Roger Waters sugere-nos que, se somos dominados por “cães” e “porcos”, a maioria de nós encaixa-se na definição de “carneiros” trabalhando cegamente, rumo a um fim prematuro, sem questionarmos os sistemas que governam a nossa existência. Acaba por ser uma versão do marxismo adaptado por Roger, educado num ambiente socialista.

pink floyd animals (1)Enquanto baixista, Waters sobressai em «Sheep», mas David alega que também tocou o baixo neste tema. A canção inclui uma reescrita irónica do Salmo 23 (O Senhor é o meu pastor; nada me faltará), que originalmente era recitado por Nick Mason. Acabaria por ser gravado por um elemento da equipa técnica, não creditado. “O Senhor é o meu pastor, com facas reluzentes, libertou a minha alma…” e assim por diante.

Por pouco, «Sheep» não foi incluído no alinhamento da digressão que marcou o regresso dos Pink Floyd em 1987, sem Roger, mas Gilmour achou que não conseguia cantar a letra escrita pelo colega com suficiente “veneno”. David declara que «Sheep» sempre foi “divertido de tocar”, reclamando para si uma boa parte do resultado final.

Pigs on the Wing 2: Em concreto, é o segundo verso do tema que abre o álbum. Roger insistiu que queria terminar o ciclo num tom positivo. Quando Animals foi lançado nos EUA, na versão “cartucho” de oito faixas, empregava um loop, sendo necessário algo que unisse ambas as partes. Decidiu-se que seria um solo, mas Gilmour não o quis tocar, oferecendo esse trabalho a Snowy White, guitarrista que acompanharia os Floyd ao vivo nesta fase e também em The Wall, interpretando ocasionalmente alguns solos e cumprindo o papel de guitarrista ritmo. Dick Parry, no saxofone, seria outro músico de suporte.

OS ESPETÁCULOS

Ao vivo, os Pink Floyd interpretaram o álbum inteiro, embora a longa duração das três faixas centrais tenha impedido que figurassem no alinhamento dos concertos da fase pós-Waters. A inexistência de peças mais curtas tornou difícil a sua difusão radiofónica, a falta de singles também, e as vendas sofreram com isso, não superando as de Wish You Were Here. Contudo, pouco depois do seu lançamento, a 23 de janeiro de 1977, Animals chegou ao número 1 do top britânico e conquistou o 3º posto nos EUA.

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Gilmour queria apenas fazer um álbum e tocá-lo ao vivo, não estava particularmente interessado em porcos voadores ou efeitos especiais. Waters contrapôs que “tocar simplesmente seria… aborrecido”, mas detestou a experiência de tocar em estádios, o que lhe daria a ideia para o álbum seguinte dos Floyd: The Wall.

pink floyd animals (34)Os concertos, uma maratona de seis meses em nove países de ambos os lados do Atlântico, foram os mais ambiciosos e extensos tocados pelo grupo, até então. O porco voador fazia a sua aparição – uma ideia de Waters que, segundo o próprio, fez com que os colegas achassem que ele estava a “seguir as pisadas de Syd”. Os preparativos e a logística envolvida foram monumentais. As especificações contratuais quanto à iluminação, tamanho do palco, fontes de alimentação, barreiras de segurança, etc., incluíam dezenas de cláusulas.

Nos bastidores, antes de um espetáculo, o jornalista Karl Dallas ouviu Roger instruir a equipa técnica:

“Quero que o fumo apareça quando digo a frase, ‘all tight lips and cold feet’, no começo do segundo verso de «Pigs», e quero todo o fumo que me possam dar. Não quero que o público aviste o porco até ao solo alto de Dave, que entra a seguir ao verso…”

Com tanta meticulosidade envolvida, algo corria sempre mal, inevitavelmente. Para se manter sincronizado com a “click track” e saber quando devia tocar ou cantar, Waters viu-se obrigado a usar headphones, o que o isolava ainda mais do público.

Em Frankfurt, o fumo foi tão denso que os fãs, irados por nada verem, lançaram garrafas para o palco. Em Wembley, Londres, a receção da crítica foi fria: “Agiram como máquinas. Ignoraram o público. Entusiasmo mínimo”, disse a Sounds. No Melody Maker, Michael Oldfield sugeriu que os Floyd utilizassem fantoches em palco, usando máscaras dos seus rostos. (Aconteceria algo parecido em The Wall.)

Waters e Gilmour observam a sessão de fotos para a capa.
Waters e Gilmour observam a sessão de fotos para a capa.

Roger também supervisionou as filmagens projetadas no ecrã, de acordo com Nick Griffiths. “Ele entra numa sala de montagem, senta-se com o editor e, com conhecimento de causa, assume o controlo de tudo. Conhece a tecnologia e não precisa de ninguém que lhe sugira ideias. Tem as suas próprias. O único problema é se alguém discorda dele.”

À medida que a digressão progredia, Roger Waters começou a demonstrar sinais claros de megalomania e paranoia, isolando-se dos outros músicos e chegando aos concertos de helicóptero, relegando os colegas para uma limusine.

Na opinião de Roger, a banda tornara-se mais do que uma vítima da máquina do rock – era agora uma colaboradora ativa. Na sua perspetiva, não havia comunicação com o público, que “só lá estava por causa da cerveja”.

O som quadrifónico do concerto era complementado pelos grunhidos, latidos e balidos. Já o conteúdo musical era menos imaginativo: Na primeira parte, Animals, na segunda, Wish You Were Here, sem a ordem que se encontra nos álbuns, além de um encore composto por «Us and Them» e/ou «Money» e, uma única vez, «Careful with That Axe, Eugene».

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No meio das extravagâncias teatrais, David Gilmour não gostou dos espetáculos da digressão Pink Floyd – In the Flesh, como foi denominada:

“Era constrangedor quando, no final, alguém vinha ter connosco e dizia que fora muito bom, excelente. Apetecia-me dizer, ‘foi uma merda! Que raio sabes tu?’” No último concerto, em que se deu o tristemente famoso episódio em que Roger cuspiu na cara de um fã, Gilmour perdeu a paciência e nem sequer regressou para o encore, assistindo aos três companheiros a tocarem um blues, liderados por White.

Depois desta fase, Roger Waters diria que Animals, apesar de ser um álbum concetual, não é inteiramente coeso, visto que foi “colado” à última hora, com base em material já existente. Algumas das metáforas que Waters emprega não estão à altura do conceito, nalgumas letras há divagações e irrelevâncias, listas… Alguns fãs passam certas partes à frente…

Richard Wright viria a criticar Waters por não aceitar nada do que o pianista sugeria. “A partir daqui, Rog começou a usar o grupo como seu megafone, em detrimento da música.” Waters contrapõe que estava “desesperado” por contributos e que foi obrigado a compor quase tudo devido a uma certa preguiça dos restantes colegas.

Animals continua a ser um álbum poderoso, uma espécie de diamante com arestas grosseiramente limadas. Foi a última vez que Waters, Gilmour, Wright e Mason trabalharam em conjunto, sem o auxílio de músicos de estúdio. Há convicção no álbum, e uma energia que não se imaginava na banda até essa altura; não são feitas concessões. Se bem que a crise atual nem se compare ao mau período que a Grã-Bretanha atravessou em 1976, a visão de Waters pode-se aplicar nos dias de hoje. A “porca” voou mas os “carneiros” não se revoltaram, por enquanto.

David Furtado

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4 Comments Add yours

  1. Eric diz:

    Excelente artigo. Sempre gostei muito de Animals, principalmente de Dogs. Realmente é o último disco em que ouvimos o Pink Floyd como banda, eu gosto muito dessa fase.

    Artigo muito interessante, achei bem interessante leitura, principalmente quando acharam que o piloto do avião estava bêbedo.

    Sobre David Gilmour ter tocado baixo em Sheep, não somente nesta música, mas ele tocou baixo em 80% dos álbuns do Pink Floyd.

    Sobre o estúdio do Pink Floyd, poderia fazer um artigo falando mais sobre ele, mostrando fotos e fatos interessantes.

    Abraço

    1. Obrigado, Eric. Também gosto, à exceção daquela parte longa do sermão a meio do «Dogs». Pois, porcos a voar não é coisa que se veja todos os dias. (Às vezes, só falta, contudo.)

      Sei que ele tocou baixo muitas vezes, não me recordo de quantas e já soube porquê. Escrevi sobre o Wish You Were Here, o Dark Side of the Moon e o The Wall. (Consulta as estiquetas, pf.) Conto regressar ao tema, falando de outro disco ou então sobre o David Gilmour. Ainda bem que gostaste. Abraço.

  2. Acho que as letras do Roger não foram tão certeiras como foram em Dark Side e The Wall, algumas frases deixa você confuso sobre o que ele quer dizer, senti falta do Richard participando mais, entretando é um grande álbum, e parabéns pelo post.

    1. Talvez, porque ele se foca mais na realidade britânica da época, política, etc. Ainda foi mais longe em The Final Cut. Dark Side, The Wall e Wish You Were Here são mais “universais”. Claro que Richard Wright, para mim, sempre foi muito subestimado. Obrigado pelo comentário.

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